Cotidiano de quem escreve!
Neste blog vc encontrará matérias escritas por mim...ou por outros jovens jornalistas. Que esta página se torne uma refência pessoal de textos jornalísticos. No final desta página virtual, vc encontrará notícias interativas de outros sites de informações.
sábado, 18 de junho de 2011
Escola de Conselhos dialoga com Ministério Público e Segurança Pública,na UFPA.
A promotoria da infância e dajuventude do Ministério Público do Estado do Pará (MPE) e a CompanhiaIndependente Especial de Polícia Assistencial (Ciepas) da Polícia Militardividiram a última mesa-redonda deste semestre promovida pela Escola deConselhos do Pará.
O debate foi realizado na última sexta-feira(17), no auditório Hailton Corrêa Nascimento, localizado no Instituto deCiências Jurídicas (ICJ) da Universidade Federal do Pará (Ufpa) e deu conta dasatribuições do poder público na defesa dos direitos da criança e doadolescente.
A diretora do Instituto deCiências da Educação, Ana Tancredi, e o coordenador da Escola de Conselhos,Salomão Hage, deram as boas vindas aos participantes do encontro que fecha ociclo de palestras deste semestre. A diretora do ICED agradeceu a presença detodos e se colocou à disposição para unir forças e mudar este cenário denegação de direitos.
Judiciário - A Promotora de Justiça, Leane Barros Fiuza de Melo, explicouque por anos se confundiu o papel do Judiciário com o do Executivo. Porexemplo, “no âmbito do legislativo municipal a maior importância da atuação dosvereadores é com relação à votação das leis orçamentárias municipais”, explicou.
“Percebe-se um despreparo doslegisladores e, também, infelizmente, dos gestores responsáveis em gerir acoisa pública. Tem-se uma demanda, na perspectiva do Brasil, de uma enorme carênciade informação técnico-cientifica para exercer essas atividades”, destacou aPromotora reafirmando que “o poder judiciário não executa políticas públicas, masem decorrência do antigo e revogado Código de Menores, por anos estasatividades foram confundidas na figura do poder judiciário, do Juiz”.
Ainda segundo Leane Barros, a partirda Constituição Federal de 1988 se estabeleceu como atribuição e competência dopoder judiciário aquilo que é ditado na sua essência: resolver e dar solução aosconflitos que eventualmente surjam no âmbito da sociedade, ou seja, quando aspessoas não conseguem resolver seus problemas individual ou coletivamente. O grandeentrave é que a população brasileira tem pouco acesso à Justiça, sobretudo emdecorrência dos baixos índices de escolaridade.
Segurança Pública - Para combater ações de violência e maus tratoscontra crianças e adolescentes em situação de risco ou que tenham cometido atoinfracional, em 1992, dois anos após a promulgação do Estatuto da Criança e doAdolescente (ECA), a Polícia Militar do Pará criou o Grupamento Especial dePolícia Assistencial (GEPAS). Em respeito ao Artigo 227 da Constituição FederalBrasileira que atribui à criança e ao adolescente Proteção Integral e aPrioridade Absoluta de Atendimento.
Em função do aumento no índice deocorrências envolvendo crianças e adolescentes na Região Metropolitana deBelém, em 1993 veio a se tornar uma Companhia Especial de Polícia Assistencial.
Segundo o Capitão Henrique, aprincipal busca da CIEPAS é combater a violência. E para intensificar estas açõesjá se tem um projeto para levar estes grupamentos para os demais municípios doEstado, uma vez que ainda se concentram na capital. “Agradecemos o convite daEscola de Conselhos e acreditamos que, acima de tudo, é uma grande oportunidadede nos mantermos informados e atualizados quanto aos debates que vem ocorrendo”,agradeceu o Capitão.
Os próximos encontros estão previstospara acontecer no mês de agosto. A coordenação da Escola de Conselhos informa,desde já, que toda a sociedade está convidada a participar a fim de contribuire fortalecer a rede de garantia de direitos da criança e do adolescente noEstado do Pará.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Mudança de emprego
Voltando a escrever nesta página virtual.
Aos meus amigos aviso que estou atuando no projeto Escola de Conselhos da UFPA.
Aqui, portanto, terão notícias relaciondas ao ECA, Defesa dos Direitos da Criança e tudo o mais que permeia estas temáticas.
Um grande abraço.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Rádio e escola formam alunos cidadãos e comprometidos

O município de Bragança saiu na frente com o Projeto Aluno Repórter – a imprensa na escola 2009, idealizado pelos professores Roberto Amorim e Aylton Rocha, ambos da rede pública de ensino do município. Depois de um ano sendo desenvolvido em Bragança, agora ganhará maior dimensão e atenderá escolas dos municípios de Augusto Corrêa, Tracuateua, Cachoeira do Piriá e Viseu.
Para oficializar os bons frutos do projeto, desenvolvido na escola estadual Bolívar Bordallo da Silva, vinculada à 1ª Unidade Regional de Ensino (1ª-Ure), alunos que participaram do projeto no ano passado e os que participarão este ano, se reuníram no auditório da escola estadual Bolívar Bordallo da Silva, no último sábado (03) para ouvir os coordenadores do projeto e dar início às oficinas, que seguirão até o dia 12 deste mês, na região Bragantina. A diferença é que além da extensão do projeto para outros municípios, as escolas de Bragança receberão todos os equipamentos necessários para organizar sua própria rádio escolar.
O empreendimento será possível porque a Coordenação de Tecnologia Aplicada à Educação (Ctae) investirá cerca de R$ 250 mil para que dezenas de escolas em todo o Estado possam desenvolver a comunicação de forma multidisciplinar. “Lançamos o projeto aqui, pois os alunos e professores desta Unidade já trabalham com a rádio. Pretendemos incentivá-los, não somente através desta ferramenta de comunicação, mas por meio de todas as formas de tecnologia”, comentou Luis Cavalcante, coordenador da Ctae.
Carlos Roberto Amorim da Silva, um dos idealizadores do Aluno Repórter, falou da sua felicidade em perceber o quanto foi positivo a participação dos alunos no projeto. Segundo ele muitos objetivos foram alcançados, entre eles a formação de jovens conhecedores das técnicas radiofônicas, motivados, seguros, criativos e conscientes de seu papel no processo educacional, social e profissional.
Para fortalecer estes objetivos, comunicadores da região se reuniram para disponibilizar oficinas de história do rádio, gêneros de programas, locução, leitura e produção textual. Foi por meio destes cursos que alunos como Carla Brito e Messias Monteiro descobriram a paixão pela arte de reportar e pretendem ser futuros jornalistas – mesmo que as universidades públicas da região não ofereçam a graduação.
Aluna contratada para apresentar uma programação na Rádio Educadora FM, Carla, se destacou pela dedicação e profissionalismo com apenas 17 anos. “O jornalismo já corre em minhas veias. Mas, devo a descoberta por esta paixão ao projeto Aluno Repórter. É uma experiência única, que nunca vou esquecer”. O projeto para a turma em que Carla entrou já terminou, porém ela permanece na rádio, agora na condição de contratada.
Diandra Jamille da Silva, 15, estudante do 2º ano na escola Bolívar Bordallo, pretende também ser jornalista, porém ainda não sabe a árdua tarefa de trabalhar em prol da sociedade. “Vou participar do projeto, pois gosto de escrever e ler jornais”, declarou Diandra.
Projeto – A seleção e capacitação de cinco alunos por escola faz parte da metodologia do projeto. Durante seis meses os alunos exercem funções radiofônicas como Redator, Técnico, Repórter e Apresentador. Eles atuam também como repórteres, participando ao vivo, uma vez por semana, da programação da Rádio Educadora FM – 106.7 e na rádio educadora AM/OT – 1390.
Contatos:
Escola Bolívar Bordallo – Trav. João Paulo Ribeiro S N
Cep: 68600 Telefone: 091-34251516
Professores: Roberto Amorim e Aylton Rocha
Fones: 3425-1974/1295/9961-3291/91184822
Ascom-Seduc
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Supremo deve julgar hoje obrigatoriedade do diploma

O Supremo Tribunal Federal deve se manifestar nesta quarta-feira, 1° de abril, sobre dois assuntos polêmicos: a constitucionalidade da Lei de Imprensa e a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para o exercício da profissão – uma liminar concedida em 2006 garante a quem não tem o canudo o direito de trabalhar em jornalismo.
No caso do diploma, os ministros do STF julgarão um recurso interposto pelo Ministério Público Federal e pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo. O MPF alega que jornalismo é uma atividade intelectual que prescinde de obrigação de formação superior.
A polêmica em torno da necessidade de diploma de jornalismo é um dos assuntos que mereceu grande destaque em diversos sites. Ao longo da última década, foram muitos os artigos publicados, tanto em defesa da obrigatoriedade como pelo seu fim. Quem quiser conhecer mais a fundo os argumentos dos dois lados pode acessar os artigos relacionados no site Observatório de Imprensa, que são apenas uma amostra do que já saiu no OI sobre o tema. Tão logo a decisão do STF seja conhecida, um novo debate certamente vai surgir e terá guarida no Observatório.
Fonte: Observatório de Imprensa.
Homens fofocam mais que mulheres, diz estudo (E não é mentira)

Ciência e tecnologia - Homens passam mais tempo de seu dia fofocando do que as mulheres, segundo uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha.O estudo do instituto de pesquisas Onepoll indica que eles passam uma média de 76 minutos diários conversando sobre amenidades com amigos e colegas de trabalho, comparado a 52 minutos gastos pelas mulheres.
Entre os assuntos favoritos dos homens estão as peripécias de amigos bêbados e os dos tempos de escola, e as histórias em torno da mulher mais bonita do escritório.Já as mulheres preferem passar o tempo reclamando de outras mulheres, falando da vida sexual dos conhecidos e comentando sobre o peso das amigas.
Mais que sexoO OnePoll entrevistou 5 mil pessoas pela internet.Ele descobriu que os homens fofocam mais no escritório, enquanto as mulheres preferem fazer isso em casa.Cerca de 30% dos homens disseram ficar mais felizes quando conversam com os colegas de trabalho, e 58% deles admitem que fofocar o faz se sentirem "enturmados".Outros 31% confessaram gostar mais de fofocar com as parceiras do que fazer sexo."Esta pesquisa prova que os homens são piores que as mulheres", disse um representante do Onepoll. "Eles adoram um pouco de escândalo e vão fazer qualquer coisa para ser o centro das atenções dos colegas."Entre as mulheres, mais da metade das entrevistadas disse que conversam frequentemente sobre suas vidas pessoais com as amigas.
Elas também tendem a comentar mais sobre as celebridades do que os homens, que são mais influenciados pelos assuntos do trabalho."Mesmo fofocando sobre coisas diferentes, homens e mulheres concordam que conversar com amigos, colegas e parceiros os ajuda a se sentir mais à vontade", disse o representante da Onepoll. (BBC)
Índios poderão realizar exame de suplência - e não é mentira!!!
Educação indígena terá exames supletivos e especiais.Depois de anos de lutas, reivindicações e conferências, os povos indígenas do estado do Pará comemoraram na tarde de ontem (31), mais uma conquista garantida pelo Governo Popular: a conclusão do Curso Preparatório para aplicação de exames supletivos e especiais para indígenas do povo Kaiapó, fruto da Resolução 541/08, aprovada pelo Conselho Estadual de Educação.
O curso acontecerá ao longo do ano e busca, sobretudo, preparar equipe de profissionais que trabalham a educação indígena em todo o estado de forma multiplicadora. Os municípios contemplados são: Altamira, Belém, Jacareacanga, Santarém, Marabá, São Felix do Xingu, Oriximiná e Tumucumaque. A Resolução contempla exames supletivos em nível de conclusão de ensino Fundamental para comunidades indígenas. E os candidatos contemplados por esses exames empecias deverão se adequar em um dos seguintes itens:
- que estudaram nas aldeias terminando a 4ª série do ensino Fundamental e apresentaram potencial para o aproveitamento do estudo;
- que estudaram nas próprias aldeias em escolas missionárias, sem qualquer comprovante de escolaridade;
- ou ainda, os que iniciaram estudos em escolas urbanas, não propriamente nas aldeias, e não possuem documentação de vida escolar.
Veja mais:
- Estado implementa ensino médio indígena
- Artigo sobre a situação indígena no país
Texto: Cora Coralina
Foto: Divulgação
Governadora visita escola no Tapana e entrega kit escolar
Considerada uma escola modelo, a Aldebaro Klautau – instituição de nível fundamental e médio no bairro do Tapanã, recebeu na manha desta segunda-feira (30) a presença da Governadora do Estado, Ana Julia Carepa, juntamente com a Secretária de Educação, Bila Gallo acompanhadas de vereadores, alunos e pais.
Localizada em um bairro periférico, a instituição de ensino recebeu vários elogios pela sua conservação e pela conscientização de pais e alunos quanto a importância de amar o espaço educacional. “Quando a comunidade se envolve, a escola funciona como um espaço de formação e de garantia de dignidade humana”, e afirmou que este é o modelo de escola que simboliza a premissa deste governo. Governadora e secretários de estado visitaram os espaços da instituição, entre eles, os laboratórios multidisciplinar e de informática da escola, em seguida, fez a entrega dos kits escolares para os alunos da instituição.
“Fiz questão de participar da inauguração da reforma desta escola, porque sei que por muito tempo a comunidade viveu a apreensão de vê-la cada vez mais decadente, tamanho o estado de abandono a que ela foi relegada”, declarou a governadora aos presentes. Roseana Garcia, respondendo os elogios e o bom exemplo que a escola assume perante a comunidade, declarou que há quase um ano e meio, quando tomou posse, encontrou uma escola abandonada, a qual para reconstruí-la, precisou-se implementar projetos de curto, médio e longo prazo. “Não posso dizer hoje, com tranqüilidade que tenho a consciência do dever cumprido, ainda falta muito, mas posso dizer que muitas vitórias foram conquistas e construídas coletivamente”, afirmou Rosiana.
Entre as vitórias, ela destacou a reforma emergencial da escola, a constituição da equipe técnica e administrativa, a discussão sobre os índices de aprendizagem da escola, a criação de projetos de melhorias e, principalmente, a relação escola-comunicacao. E enumerou o projeto de intercambio cultural com a Guiana Francesa, projeto de meio ambiente, e projeto de radio jornal. “Tenho um irmão que estuda a noite, eu estudo pela manhã, antes de nós ganharmos o uniforme escolar trocávamos de camisa, pois minha mãe não tinha condições de comprar, hoje cada um tem o seu graças a ação do governo”, comemorou Marcelo Serrao Lima, que recebeu seu kit escolar das mãos da secretaria de educação.
A estudante Lorena Caciolato agradeceu os kits escolares em nome de todos os seus colegas. “Obrigado, governadora, pois esta é a primeira vez que recebemos esse incentivo”. Ana Júlia Carepa foi presenteada com peças produzidas com papel reciclado, através da técnica de cestaria. No muro da escola, a governadora, a secretaria de educação e vários alunos da instituição deixaram a marca de suas mãos no muro chamado “mãos que constroem a escola”.
Texto: Cora Coralina.
Localizada em um bairro periférico, a instituição de ensino recebeu vários elogios pela sua conservação e pela conscientização de pais e alunos quanto a importância de amar o espaço educacional. “Quando a comunidade se envolve, a escola funciona como um espaço de formação e de garantia de dignidade humana”, e afirmou que este é o modelo de escola que simboliza a premissa deste governo. Governadora e secretários de estado visitaram os espaços da instituição, entre eles, os laboratórios multidisciplinar e de informática da escola, em seguida, fez a entrega dos kits escolares para os alunos da instituição.
“Fiz questão de participar da inauguração da reforma desta escola, porque sei que por muito tempo a comunidade viveu a apreensão de vê-la cada vez mais decadente, tamanho o estado de abandono a que ela foi relegada”, declarou a governadora aos presentes. Roseana Garcia, respondendo os elogios e o bom exemplo que a escola assume perante a comunidade, declarou que há quase um ano e meio, quando tomou posse, encontrou uma escola abandonada, a qual para reconstruí-la, precisou-se implementar projetos de curto, médio e longo prazo. “Não posso dizer hoje, com tranqüilidade que tenho a consciência do dever cumprido, ainda falta muito, mas posso dizer que muitas vitórias foram conquistas e construídas coletivamente”, afirmou Rosiana.
Entre as vitórias, ela destacou a reforma emergencial da escola, a constituição da equipe técnica e administrativa, a discussão sobre os índices de aprendizagem da escola, a criação de projetos de melhorias e, principalmente, a relação escola-comunicacao. E enumerou o projeto de intercambio cultural com a Guiana Francesa, projeto de meio ambiente, e projeto de radio jornal. “Tenho um irmão que estuda a noite, eu estudo pela manhã, antes de nós ganharmos o uniforme escolar trocávamos de camisa, pois minha mãe não tinha condições de comprar, hoje cada um tem o seu graças a ação do governo”, comemorou Marcelo Serrao Lima, que recebeu seu kit escolar das mãos da secretaria de educação.
A estudante Lorena Caciolato agradeceu os kits escolares em nome de todos os seus colegas. “Obrigado, governadora, pois esta é a primeira vez que recebemos esse incentivo”. Ana Júlia Carepa foi presenteada com peças produzidas com papel reciclado, através da técnica de cestaria. No muro da escola, a governadora, a secretaria de educação e vários alunos da instituição deixaram a marca de suas mãos no muro chamado “mãos que constroem a escola”.
Texto: Cora Coralina.
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